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Mostrando postagens de Março, 2013
Seus olhos claros brilham, já os meus desencadeiam ao ver-te. Seu corpo, a sua voz, o seu jeito, me faz agastar. Tudo em ti descontenta Nada é agradável Sua presença é tão deteriorante Insuportável Triste vida, lamentável! Por que ainda respira se já te vi passar Entre os corredores e nas calçadas que antes estava O meu antigo amor? Você pode até merecer, mas não terá a paz que deveria. Eu posso até enlouquecer, mas cumprirei essa profecia.
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Se for pra ficar louca, eu serei. Sem dó, sem medo. Muito menos piedade.
De repente tudo acaba
Desmorona
Perde o sentido.
Traição, pra quê?
Sentimento ruim.
Todo amor, mesmo que camuflado, agora é ódio.
Você foi salvo... Salvo de mim!
Salvo do meu desgosto!
Perdeu. Perdeu tudo que tinha aqui
Perdeu o que conquistou em tanto tempo
A troca de... ?
Prazer humano?
Todo amor, mesmo que camuflado, agora é sujo.
Sujo por lembranças ruins
Visões de uma manhã nublada, com teu novo amor.
Novos planos pra você, e para mim um novo eu.
Quem é você? Quem foi você?
Eu nunca soube... Nunca saberei.
Agora é tarde demais.
Nada pode mudar o que passou
Mas o futuro agora está em minhas mãos
E perdi a vontade de escrever seu nome
No papel. Perdi a vontade de deixar você fazer seu papel:
Protetor.
Dispenso você.
Game over, Love.

Eu deixei, você fugiu.
Achou logo uma moradia em outro coração
E deixou o meu aberto
Onde foi captado, resgatado.
Mas ainda não foi curado.
Você disse adeus enquanto eu te procurava
Maltratava-me pensando que eu era errada
Que fui culpada pelo abandono do nosso amor
Que tola...
Você partiu pra outra
Sem ao menos olhar pra trás
Comprou aquela aliança, e se fez feliz rapidamente
É como se o passado não existisse mais
É como se tudo que era bom, nunca tivesse existido
E sempre, sempre fugiu do seu dever,
Parabéns!
Eu já nem lembro mais como isso aconteceu
Quando meu coração foi partido
Quando eu chorei pela primeira vez
Mas meu coração foi resgatado
Espero cura
Um remédio que me faça esquecer-te depressa
Só assim eu me perdoo.
Só assim não te amarei mais.
Acabou o compromisso
Acabou a missão
Acabou tudo que tinha em meu coração
Em respeito e memória de você.
Amor, raiva... Por que você faz isso?
Eu nunca te conheci
Eu pertencia a você de verdade
E você fugiu...
Irresponsabilidade! Incredulidade!
Impiedoso!
Cada vez mais, cada vez menos.
Traíra! Mentiroso!
Mas ainda há amor.
E agora, mais ódio.
Por você. Pra você!
Te declaro culpado!
Maldito destino, maldito passado onde você esteve.
Some! De todos os lugares
Inclusive do meu coração.
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É que eu perdi minhas palavras no teu amor, e agora tudo está bem.
Não há motivos, não há rimas, não há nada, além de você.
Quem um dia eu abandonei, e como se não fosse suficiente, abandonei duas vezes
Agora é simplesmente tudo que mais amo. Tudo que mais quero.
Até as poesias foram esquecidas. Até os momentos chatos são bonitos!
Ganhei e perdi. Valeu a pena! Orgulho, adeus. Você não é bem vindo. Não mais.
Agradeço a tantos...
Aprendi e desaprendi.
Ser poeta é deixar de amar no mundo exterior, e agora, virei um robô com um coração
vivendo pra você, tudo que tenho. Meu amor, minha vida, minha alma. Meu completo ser.
Eu amo... e amo demais. E cresce cada vez infinitamente mais...
Acabaram se as dores ao te encontrar. Teus beijos curaram todas as ferias e seu amor me fez mudar.
Não tenho mais o que reclamar. É amor demais, é desejo demais... Um futuro á dois. Um casal. Eu e você.
Meu amor, mais que paixão. Tudo.
Suportar o brilho dos teus olhos que refletem no dela, aquelas madeixas longas podendo encostar no teu corpo, e eu trancada no meu quarto, sem poder ao menos te ver... Não, não creio.
Vida injusta! Te quero todo os segundos aqui, perto de mim. Te perder de vista é uma tortura, permanecer longe é sacrifício. Te quero apenas ao meu lado, comigo!
Qual é o topo? Em qual andar estou?
Vou subindo pela escada sem saber das minhas forças,
mas meu troféu está ali...
Eu não posso perder. Não vou.
Quem sabe.
Eu não odeio mais, porém algo me corrói toda vez que revejo aquela cena.
Por que não eu? Mereci tão pouco ou me amaste menos?
Desisto. Mas resisto.
Meu coração persiste. Porque eu não odeio mais,
porém o que eu perdi, ainda está em mim.